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força de um campeão

Meillyne Gomes

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Nailson Amaral

O sonho de ser campeão mundial representando o seu País é o mais pertinente nos atletas, seja aqueles jovens que estão trilhando o caminho, como aqueles que há muito tempo se dedicam a uma modalidade. E ser tetracampeão? Será sonhar demais? Nailson Amaral, não. Ele é tetracampeão mundial em handebol de areia, e levou no peito a bandeira brasileira.

 

Nailson é cearense, natural de Fortaleza, com seus 13 anos de carreira começou como a maioria dos apaixonados por esportes, jogando na escola. A brincadeira mostrou o destaque dele no handebol e a partir daí cresceu no cenário cearense, e buscou mais, o esporte seria então a sua profissão. Ele sai do Ceará direto para Santa Catarina, Chapecó é a primeira cidade a recebê-lo.

 

O marco das suas conquistas foi o World Games de 2009, em Taiwan, quando foi campeão pela primeira vez como lateral direito da seleção brasileira de handebol de areia. As outras conquistas de título foram em 2012 Omã, 2013 Cali – Colômbia, onde foi eleito o melhor lateral direita do mundo e o MVP, jogador mais valioso do campeonato. Além disso, em 2014, foi campeão em Recife, onde também foi escolhido como melhor lateral do mundo.

 

O World Games é um campeonato oficial que se equipara a uma Olimpíada, onde só participam esportes não olímpicos, e é acompanhado de perto pela COI (Comitê Olímpico Internacional) como um meio de selecionar modalidades para as Olímpiadas. Contudo, o sentimento de orgulho por ser tetracampeão mundial se camufla pelo desgosto do não reconhecimento e da falta de apoio. 

 

Passando por vários estados como Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraíba, Nailson joga atualmente no Rio de Janeiro, é atleta da Força Aérea e está no ciclo olímpico se preparando para 2016, quando irá integrar a seleção brasileira de quadra, para as Olímpiadas. A falta de apoio para o handebol de areia, por ser uma modalidade pouco vista, complicou a vida do atleta, mas para ele o principal apoio para seguir em frente foi da família.

 

A distância da família, dos amigos, é a principal dificuldade quando se escolhe seguir carreira em um esporte. A instabilidade nos locais, o não morar fixo, por causa dos contratos é o principal ponto negativo. Atualmente, Nailson se prepara para mais um objetivo jogar nas Olímpiadas, e conquistar mais essa vitória. Aguardemos, então, pois mesmo não estando no seu habitat de vitórias, a areia, esperamos que o cearense encha nossos corações de orgulho e, quem sabe, atraia os holofotes para a sua estimada modalidade de handebol.

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