
Centuriões na terra do sol
Lucas Bernardo Reis
Maggie Paiva
Sábado. Sol e grama. Uma bola cruza os céus e pousa nas mãos de um jogador que corre em direção à outra ponta do gramado. Não carregam os nomes das legiões romanas à toa, Centuriões que ao invés de destronarem reis e potestades, avançam em direção a uma linha final e ao objetivo de uma partida, que após é levada à amizade.
A cultura do terceiro proporciona um intercâmbio único e cria uma maior união no esporte regional e brasileiro, que vê mais times nascendo anualmente.
Decerto, o Centuriões Rugby Clube foi criado a partir de uma idéia entre amigos. "– Será que nossa experiência com o esporte pode ser um diferencial?" Podem ter pensando os pioneiros, que depois de um ano se transforma em um clube amador para jogar e se divertir com o rugby, esporte bretão que aos poucos chega em terras alencarias.
O time nasceu, cresceu e adquiriu novos membros com o passar do tempo que estão unidos pela paixão ao rugby. Os novos ventos chegam aos gramados dos legionários do rugby, que divulgando o esporte, vem também realizando um trabalho que aprimora seus atletas e, mesmo com um carater amador, conseguem ser fundamentados nos princípios e leis do estilo de vida característico do esporte, daí a amizade nos bares logo após as partidas.
A participação em competições também faz parte da história do time, já se fazendo presente nos torneios regionais e no aguardo de nacionais. Dessa forma, as partidas com outros times criam uma relação de troca de experiências e amizades como uma marca registrada do rugby. Em 2016, o rugby brasileiro tende a um maior desenvolvimento, agora coexistindo com seu filho ilustre, o futebol americano, e com a entrada do esporte nos Jogos Olimpícos o desenvolvimento tende a ser alavancado. O esporte evolui e a legião de centuriões se mantêm ativa, na derrota dos obstáculos e nas vitórias de seus objetivos.